colunistas

 

Nelson Barboza Leite

 

Carlos Adolfo Bantel

 
 
 
  Artigos
  Eventos e cursos
 
 
 
  Preços de madeira
  Legislação
 
 
 
  Cluster Florestal
  Entidades
 
 
 

painel florestal

 
  Quem somos
  O que fazemos
  Expediente
  Assine
  Anuncie
  Contato
 
 
 

parceiros

 








 
 
 

links

 
Bonito - Passeios de Ecoturismo e Aventura
 
Pantanal - Portal de turismo, fotos e animais
 
Bonito - Hotéis
 

Definir como Página Inicial
 
 
08 de Fevereiro de 2010
 
Minas Gerais: Código Ambiental provoca polêmica
 
Representantes do setor rural mineiro defendem o consenso e harmonia entre produção e meio ambiente.
 
 

A Comissão Especial do Código Ambiental Brasileiro da Câmara Federal promoveu em Belo Horizonte uma audiência pública com os principais representantes do agronegócio de Minas Gerais. O objetivo foi reunir informações para serem incorporadas à redação final das modificações no Código Florestal, na lei da Política Nacional do Meio Ambiente e na Lei de Crimes Ambientais. A legislação vigente no país foi elaborada em 1965 e é considerada ultrapassada e prejudicial para o desenvolvimento do agronegócio mineiro.

Segundo informações anteriormente divulgadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), cerca de um milhão de pequenos e médios produtores rurais do país poderão ter as atividades inviabilizadas se não houver mudanças no atual código.

Em Minas Gerais, os principais prejudicados seriam os segmentos de pecuária leiteira da Zona da Mata e cafeicultura do Sul de Minas. O mapa legal de ocupação do país, em função de uma série de requisitos e da blindagem de certas áreas, deixa 71% do território nacional bloqueado para atividade produtiva, no restante das áreas estão incluídas as cidades, rodovias, edificações e parte para a produção.

De acordo com o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg), Roberto Simões, a audiência entre a comissão e a comunidade é essencial para a definição de novas regras que possam conciliar o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental.

"Precisamos entrar em consenso e buscar soluções para o desenvolvimento sustentável e um código florestal baseado na realidade do agronegócio brasileiro. As regras do código atual comprometem, fortemente, o desempenho do setor e não se tem como erradicar a produção. O país precisa dela tanto socialmente como economicamente", disse.

Tecnologia - Segundo Simões, o atual código foi montado sem fundamentos concretos e precisa ser corrigido dentro de padrões técnicos, como os apurados em estudos desenvolvidos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e de outras empresas nacionais que desenvolvem tecnologia.

"É necessário usar a inteligência, a tecnologia e a inovação para conciliar produção, desenvolvimento e meio ambiente. Hoje já existem vários projetos desenvolvidos em Minas Gerais, como o de integração pecuária-lavoura-floresta que trazem soluções sustentáveis e de maior geração de renda para o produtor. A solução não é proibir e sim desenvolver soluções", avaliou.

Para o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Gilman Viana Rodrigues, um dos principais pontos que devem ser revisados é a preservação das áreas já consolidadas. "Queremos que essas áreas continuem sendo exploradas, o que é justo, já que a ampliação foi realizada de acordo com as normas legais vigentes. Quando estamos em plena expansão, o governo federal quer proibir o cultivo nessas áreas, isto é um absurdo".

Ainda segundo Viana, na década de 60, o governo criou um projeto para estimular a produção agrícola interna com o objetivo de reduzir a dependência de importações, o que permitiu que várias áreas, antes proibidas, se tornassem aptas à agricultura, como as regiões próximas às margens dos rios e no cerrado.

Além de promover uma exploração sustentável da natureza, as novas propostas para reformulação do código ambiental poderá favorecer a atuação mineira no mercado internacional.

Cadeia - "Estabelecer uma legislação ambiental que concilie as atividades agropecuárias com a preservação do meio ambiente é fundamental para impulsionar os negócios no mercado internacional. As cobranças mundiais em relação ao meio ambiente são crescentes. Por isso, a elaboração do código tem que ser realizada ouvindo toda a cadeia envolvida, desde os produtores até as empresas que desenvolvem técnicas de conservação", disse o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento, José Carlos Carvalho.

Para o coordenador da Comissão do Código Ambiental, deputado Paulo Piau, a legislação está ultrapassada e acaba favorecendo a destruição do meio ambiente. "O código elaborado em 1965 engessa o Brasil e os setores produtivos e, mais do que isso, vai destruindo aos poucos o meio ambiente".

Um dos exemplos discutidos foi a Reserva Legal. De acordo com Piau, o produtor pode constituir um capão de mato no meio das lavouras. Porém, como não há definições técnicas que definem a implantação do sistema, as áreas de ligação entre a Reserva Legal, as Áreas de Preservação Permanente (APP) e os corredores ecológicos não estão sendo feitas.

"A falta de definições está contribuindo para que a cadeia alimentar e a fauna, aos poucos, sejam extintas. A culpa não é dos produtores, pois na lei não existe respaldo técnico para a preservação planejada e programada. Por isso, a reforma precisa ser rápida", disse.

Outros pontos defendidos pelo deputado são o aumento da oferta de crédito e de tempo para que os produtores adequem as atividades às normas ambientais. "O Brasil tem condições de produzir alimentos sem precisar derrubar mais árvores, o que falta é renda para que os produtores consigam recuperar as áreas degradadas".

fonte; Diário do Comércio

 
 
 
 
 10 / 03 / 2010 - Quarta-feira
  - Governadores da Amazônia reúnem-se em Rondônia nesta sexta-feira
  - Aldo Rebelo: "Objetivo de reformular o Código Florestal é preservar a natureza"
  - Nova parceria climática pode proteger florestas
  - Grupo invade aldeia para resgatar madeira ilegal no MA
  - Governo anuncia licitação de serviços públicos em 11 parques nacionais
  - China questiona causa do aquecimento;mas defende cortar emissões
  - US$ 3,5 bi será liberado para proteção de Florestas
  - Suzano Papel e Celulose anuncia mudanças na área de TI
  - Evento em Minas discute Sustentabilidade Empresarial e Governamental
  - Greve na Finlândia deve aumentar preço da celulose
  - Celulose e papel ampliam exportações em Três Lagoas
  - Com projeto complexo, Pöyry construiu a maior fábrica de celulose do mundo
  - Chile: pesquisa fornece dados sobre a importância da floresta nativa para a água
  - Desde maio de 2008 foram criados 7,5 milhões de hectares de Unidades de Conservação
  - Anvisa apreende 800 mil litros de agrotóxicos irregulares na fábrica da Basf, em Guaratinguetá, SP
  - Syngenta leva a sustentabilidade para a Expodireto Cotrijal
  - Fundo Nacional do Meio Ambiente poderá financiar a recuperação de áreas degradadas
  - Pará: Sociedade contribui para a conservação ambiental
  - Brasil: mais uma oposição ao projeto MDL da Plantar Reflorestamentos
  - O que é Greenbuilding?
 
 
 

 

Painel de Negócios

 

O setor florestal de Moçambique

Arlito Cuco, diretor-geral da Green Resources, fala sobre a sua empresa e a realidade florestal de Moçambique.
 

O projeto de reflorestamento da Peugeot no Brasil

José Vespasiano, diretor da ONF-Brasil, explica em detalhes o que é o projeto da empresa no norte do MT.
 

Saiba mais sobre a empresa CMPC do Chile

Suzana Weber, engenheira de programação e plantação da CMPC, fala sobre a empresa e as tecnologias de fertilização utilizadas.
 

mais vídeos