colunistas

 

Nelson Barboza Leite

 

Carlos Adolfo Bantel

 
 
 
  Artigos
  Eventos e cursos
 
 
 
  Preços de madeira
  Legislação
 
 
 
  Cluster Florestal
  Entidades
 
 
 

painel florestal

 
  Quem somos
  O que fazemos
  Expediente
  Assine
  Anuncie
  Contato
 
 
 

parceiros

 








 
 
 

links

 
Bonito - Passeios de Ecoturismo e Aventura
 
Pantanal - Portal de turismo, fotos e animais
 
Bonito - Hotéis
 

Definir como Página Inicial
 
 
08 de Fevereiro de 2010
 
Paraná: Crescer com plantio de pequenas florestas
 
 
 
 

 

Trabalhar com o desenvolvimento sustentável em uma das áreas com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) no Paraná com plantio de pequenas florestas é o objetivo do projeto Ouro Verde, lançado no último dia 19, pelo governo do Estado.

O investimento, com recursos provenientes do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), serão na ordem de R$ 800 milhões em oito anos e vai beneficiar produtores rurais com áreas de até 10 hectares.

O programa segue o mesmo modelo de um projeto na Alemanha, que recuperou as florestas nativas e o território conta hoje com 45% de sua área com florestas. As espécies a serem plantadas são a bracatinga, eucalipto, pinus e araucária.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Florestal, Nivaldo Krüger, o programa surgiu diante de um dado preocupante: restam 5% de matas. No caso da floresta de araucárias, a situação é ainda pior, pois há apenas 0,8%.

“Estamos consumindo mais madeira do que repondo. Estimamos que haja um déficit de 55 mil hectares por ano. Se a situação persistir, entraremos em um colapso. Diante desse fato, resolvemos enfrentá-lo, por meio de um programa eficiente e praticável”, revela.

O motivo da devastação é que não foi criada no Paraná uma cultura de reposição, mas sim de extração. “O nosso estado acabou com as florestas. Com esse projeto, esperamos contribuir para o equilíbrio do balanço entre o consumo e a reposição florestal, aumento de renda e melhoria no uso da terra”, conta.

Para a realização desse trabalho, foi escolhido o centro-sul e nordeste do Paraná, pois, segundo Krüger, são os locais com o menor IDH do Estado. “São 120 municípios, onde vivem aproximadamente três milhões de pessoas. Partimos do princípio de que essa região deveria ser beneficiada, a fim de que possa desenvolver e melhorar o seu IDH”, informa.

O secretário garante que o desenvolvimento sustentável é uma tendência para o futuro. “Partimos do princípio estabelecido pela Agenda 21 (documento que estabeleceu como os governos e a sociedade poderiam cooperar no estudo de soluções para problemas socioambientais), que define o desenvolvimento sustentável. Nossa meta é unir a questão ambiental com a econômica, sem que um não inviabilize o outro. É como diz aquela frase: pensar globalmente e agir localmente”, avalia.

Ele diz que esse reflorestamento irá servir como uma poupança verde para o produtor rural. “Os proprietários ou locatários da terra onde vai ocorrer a reflorestação poderão pagar em até oito anos o financiamento com o desbaste. Segundo um cálculo feito pelos nossos técnicos, um investimento de R$ 20 mil iria se transformar, nesse período em R$ 500 mil. Valor muito maior do que pagaria, por exemplo, uma cultura de soja. Acredito que não há um projeto semelhante que garanta um lucro tão alto, além de ser rentável e poderá ser feito, inclusive, por meio de consórcios”, afirma. 

Para garantir o sucesso do projeto, Krüger conta que foi criada uma rede de apoio entre os mais diversos órgãos para a realização do trabalho. “Outros órgãos do Estado, como a Secretaria de Estado da Educação (Seed), vão se juntar nessa iniciativa.

Participam também estatais como a Copel, sindicatos rurais, os governos municipais, além da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Eles vão fiscalizar esse projeto e vão verificar quem está apto a participar”, diz.

UFPR

A Universidade Federal do Paraná (UFPR), por meio da Fundação de Pesquisas Florestais do Paraná (Fupef) vai fazer a execução operacional e orientação de manejo, espécies, espaçamento, entre outros, para o projeto Ouro Verde.

De acordo com o engenheiro florestal, pesquisador e secretário-geral da Fupef, Marcelo Lubas, a participação da instituição foi para ajudar a recuperar a floresta da árvore-símbolo do Paraná.

“A Fupef ficou sensibilizada com a situação da araucária que, no passado, era abundante e hoje se encontra em situação de perigo. Além disso, o projeto representa também uma recuperação de toda a tradição que envolve a árvore”, conta.

Uma das ideias da Fupef é a de criar descascadeiras e câmera fria para armazenar o pinhão. “Com essa possibilidade, acreditamos que será possível consumir o pinhão o ano inteiro e não apenas no período de inverno. Ainda estamos nos modelos de protótipos para esse maquinário, mas em breve deveremos ter algo em definitivo”, comenta.

Os planos da Fupef para a recuperação da araucária são em longo prazo, mas o secretário-geral está otimista quanto a isso. “É um trabalho que vai levar pelo menos 10 anos. Acho muito incômodo saber que há menos de 1% de mata de araucária. Com esse trabalho, até 2020, esperamos que a árvore esteja livre da ameaça de extinção”, diz.

fonte: Paraná Online

 
 
 
 
 11 / 03 / 2010 - Quinta-feira
  - Chile: mayoría de plantas forestales afectadas podrían operar dentro de un mes
  - La industria papelera acusa en sus precios el colapso de Chile y el boom de China
  - Uruguay: gobierno quiere que Portucel defina inversión
  - Argentina: Se reactiva la venta para productos forestales con valor agregado
  - Argentina: Bosques del Plata organiza la 1ª jornada de transferencia tecnológica del año 2010
  - Argentina: Proponen creación de Parques Industriales Madereros
  - La VIII Expoforest en Bolivia
  - Chile: proyección de exportaciones forestales cae 15% por el sismo
  - Eduardo Rojas Briales, director forestal de la FAO, el amigo de los bosques
  - Produção de celulose pode triplicar em dez anos
  - Mecanismo de proteção de florestas terá US$ 3,5 bilhões
  - Mercado promissor para o eucalipto
  - Ricardo Miranda assume gerência executiva de TI da Suzano
  - Alternativas de energia renováveis para o Brasil
  - O Licenciamento ambiental e os pagamentos por serviços ambientais
 
 10 / 03 / 2010 - Quarta-feira
  - Stephanes vai pedir que discussão dos limites de produção nos campos de altitude seja adiada
  - Notícias da Fibria
  - Governadores da Amazônia reúnem-se em Rondônia nesta sexta-feira
  - Aldo Rebelo: "Objetivo de reformular o Código Florestal é preservar a natureza"
  - Nova parceria climática pode proteger florestas
 
 
 

 

Painel de Negócios

 

O setor florestal de Moçambique

Arlito Cuco, diretor-geral da Green Resources, fala sobre a sua empresa e a realidade florestal de Moçambique.
 

O projeto de reflorestamento da Peugeot no Brasil

José Vespasiano, diretor da ONF-Brasil, explica em detalhes o que é o projeto da empresa no norte do MT.
 

Saiba mais sobre a empresa CMPC do Chile

Suzana Weber, engenheira de programação e plantação da CMPC, fala sobre a empresa e as tecnologias de fertilização utilizadas.
 

mais vídeos