A Rotulagem Ambiental e a Ecoeficiência como Instrumentos Gerenciais Vitais para a Construção da Sustentabilidade na Cadeia Produtiva da Celulose e Papel do Eucalipto

Artigo Técnico por Celso Foelkel

sexta, 15 de julho de 2011
Autor: www.celso-foelkel.com.br

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 Sustentabilidade parece ser a palavra do momento para ser pronunciada com ênfase e orgulho por empresários, executivos, banqueiros, governantes e também pelos técnicos das empresas do setor de celulose e papel. Em função da enorme visibilidade e abertura que surgiu sobre o tema nessa última década, muitas pessoas em nossas fábricas passaram a acreditar que se encontram praticando sustentabilidade e que se situam em posição tranquila e confortável na sustentabilidade de seus negócios, setores e até mesmo em seus lares. Além disso, fala-se e escreve-se muito sobre sustentabilidade, quer seja em fóruns, eventos, programas de televisão, livros, artigos em revistas, etc. Existe também muito exagero sobre isso, dai ter surgido a expressão “greenwashing” para indicar que existe também muito marketing verde inadequado, inapropriado e falso sobre sustentabilidade. Tanto isso é verdadeiro que uma recente pesquisa elaborada pela empresa de consultoria Kantar Worldpanel apontou que a maioria da população brasileira não confia nas ações de sustentabilidade anunciadas pelas empresas em nosso país.

Para 74% das pessoas, as campanhas verdes, conforme mostradas pelas empresas, não possuem clareza e evidências de serem reais; enquanto 35% dos entrevistados têm dificuldades para acreditar nas falas empresariais. Apenas 26% dos entrevistados confiaram e valorizaram as mensagens transmitidas pelas empresas. A pesquisa ainda mostra que o maior fator causador de desconfiança nos brasileiros é o fato de não se enxergar o resultado final da ação pela declarada sustentabilidade. Há que se acreditar ou não, sem se terem claras evidências objetivas de que a empresa realmente pratica sustentabilidade. Talvez o problema não seja apenas de comunicação, mas de reais provas e evidências de que as ações pela sustentabilidade são realmente adotadas e praticadas pelas empresas.

Por outro lado, tenho visto com certa apreensão, alguns dirigentes do setor afirmarem que suas empresas já são muito sustentáveis e que possuem certificações para comprovar isso, não precisando de mais esforços além do que fizeram em tempos recentes. Estão em geral referindo-se a certificações tais como: certificações florestais (FSC ou CERFLOR/PEFC), do sistema de gestão ambiental (ISO 14001), da responsabilidade social corporativa (ISO 26000 e outras) e da saúde ocupacional e segurança do trabalhador (OHSAS 18.000). Fico muito feliz e orgulhoso que muitas de nossas empresas líderes setoriais já tenham feito esse enorme esforço para ganhar adequados níveis de sustentabilidade em tão curto espaço de tempo. A disciplina e organização que as certificações injetam dentro de uma empresa em função de procedimentos, metas estratégicas e auditorias trazem ganhos importantes em performances ambientais e sociais, bem como em produtividade e resultados operacionais. Também podem ajudar a evidenciar para a sociedade que a empresa se esforça em ter políticas e práticas em busca de sustentabilidade.

Acontece amigos, que sustentabilidade é um processo sem fim. Nunca estaremos 100% sustentáveis, pois o mundo e a sociedade mudam continuamente em função dos avanços da ciência, dos conhecimentos, das tecnologias e do aumento populacional, passando esse processo por mudanças significativas com alterações de critérios e indicadores de desempenho. Portanto, mesmo que estejamos em uma posição de destaque em relação aos indicadores de sustentabilidade nos dias de hoje, teremos sempre que manter foco no caminho da sustentabilidade, pois vimos que essa rota não acaba nunca e as alterações dos critérios são comuns e necessárias.

Nesse breve artigo, gostaria de colocar algumas reflexões importantes para esse processo de busca contínua da sustentabilidade, como um processo sem fim e de inesgotável motivação aos envolvidos. Existem muitas reflexões e considerandos que poderiam ser abordados, mas não deverei ser muito extenso, quero apenas focar em alguns deles: melhoria contínua, ecoeficiência e certificações/rotulagem ambiental.

A primeira de minhas reflexões está destinada aos nossos líderes e aos seus compromissos com a sustentabilidade. Se eles se acomodarem e acharem que o que fizeram já está bom, transmitirão essa acomodação aos seus colaboradores. Isso reduzirá a pressão positiva que todos precisam ter constantemente por melhores performances na empresa (melhoria contínua), sejam elas econômicas, sociais e ambientais. A situação de acomodação levará a desempenhos piores e menos sustentáveis, não tenho dúvidas sobre isso. Há que se ter sempre uma insatisfação com o hoje para buscar um amanhã melhor – isso constantemente, mas sem desmerecer o que se conquistou tão arduamente.

A segunda de minhas recomendações é com respeito à prática da ecoeficiência em todas as operações, desde as mais simples às mais complexas. Ecoeficiência é uma palavra mágica simples para indicar que podemos produzir mais e melhor, com menor utilização de insumos, que são todos recursos naturais. Sendo mais ecoeficientes, estaremos reduzindo impactos sobre o ambiente em todos os seus meios (físico/químico, biológico, antrópico, etc.). Reduzimos também desperdícios e poluição e, consequentemente, custos operacionais. Acredito muito em ecoeficiência - tenho escrito muito sobre isso. Em um próximo momento, tão logo eu termine de escrever todos os capítulos que tenho escrito no Eucalyptus Online Book sobre ecoeficiência (deverão ser 16 ao todo), lhes oferecerei uma síntese de meus conceitos sobre ecoeficiência no setor de celulose e papel em um artigo em futura Eucalyptus Newsletter. Por enquanto, se me derem o privilégio de ver o que já há disponível nesse tema, acessem o link: http://www.eucalyptus.com.br/disponiveis.html

Considero ainda fundamental a empresa não se contentar com as certificações que alcançou e buscar mais e mais delas, desde que obtidas de entidades com credibilidade, qualidade, valor e reconhecimento público. Certificações e rótulos ambientais são forças motrizes importantes para motivar toda a empresa para conquistá-los. Por exemplo, existem hoje disponíveis para serem conquistados pelo nosso setor os selos verdes (“ecolabels”) para alguns tipos de papéis, mas não ainda para todos e sequer para as celuloses de mercado. A grande vantagem dos selos verdes é que são garantias de melhor performance ambiental ao longo de todo o processo produtivo, com pensamento voltado ao ciclo de vida do produto. Eles são ainda promotores de consumo sustentável aos cidadãos, por isso mesmo, meu entusiasmo por eles. O setor de celulose e papel precisa despertar mais para a rotulagem ambiental - felizmente algumas empresas já perceberam isso.

Graças a uma iniciativa ímpar, efetiva, determinada e que envolveu praticamente 3,5 anos de muito trabalho de alguns parceiros motivados e incansáveis, o Brasil está ingressando a partir desse ano de 2011 na era do selo verde para seus papéis. Inicialmente, eles poderão ser conquistados pelos papéis de usos gráficos e para cópias e pelos papéis “tissue” para fins sanitários e higiênicos. Já temos critérios internacionais para esses tipos de papéis e a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas está trazendo esses critérios para as condições locais, oferecendo inclusive a oportunidade para empresas locais a trabalharem pela sustentabilidade e conseguirem evidenciar isso aos seus consumidores através da conquista do selo verde ambiental “beija-flor” para seus produtos. Já as empresas exportadoras desses tipos de papéis podem também se credenciarem a se candidatar para a conquista de selos verdes nos países ou regiões para onde exportam. Aos que exportam papéis para a Europa, recomendamos a busca do selo verde “Flor” da União Européia. Em futuro próximo, o próprio selo verde brasileiro deverá ser reconhecido internacionalmente através de um processo de reconhecimento mútuo (da mesma forma que é o selo do Cerflor – Sistema Brasileiro de Certificação Florestal)

Um selo verde de produto final como o papel não é um rótulo ambiental apenas para a madeira ou fibras celulósicas. É uma garantia de que esses produtos são fabricados atendendo a critérios ambientais muito mais amplos e em todo ciclo de fabricação, tais como:

• utilização de fibras originadas de florestas certificadas ou da reciclagem do papel;
• produções da celulose e do papel obtidas com as melhores práticas industriais vigentes;
• atingimento dos menores níveis setoriais de poluição hídrica, aérea e de geração e gestão de resíduos sólidos;
• utilização dos menores índices setoriais de consumo de energia (térmica e elétrica) no setor específico do papel a ser rotulado;
• garantia de que a fabricação tem mínima geração de gases de efeito estufa como o gás carbônico de origem fóssil;
• garantia de que produtos químicos perigosos à saúde das pessoas e dos ecossistemas não são utilizados no processo de fabricação (e que poderiam com isso permanecer como residuais nos papéis e nos efluentes).

Além disso, a concessão do selo não é para todos os fabricantes, apenas para os de melhor performance ambiental – esse é definitivamente o diferencial - só os bons em todos esses critérios é que podem receber e divulgar seu rótulo ambiental. Essa seleção se consegue pela contínua avaliação, atualização e modernização dos critérios aos quais os candidatos devem estar conformes. Sem dúvida, algo que diversas de nossas empresas produtoras de papel podem atingir, mas nem todas, como já mencionamos. Muito provavelmente, todas terão que fazer algumas modificações, melhorias em processos e equipamentos, trocar insumos químicos e combustíveis, etc., etc. Mas será que a busca da sustentabilidade e as evidências disso não recompensarão esse esforço?

Além dos fatores já mencionados, estão surgindo com força as chamadas “pegadas de impacto ecológico”, como as pegadas de carbono (“carbon footprint”), de uso de recursos hídricos (“water footprint”), etc. Novos selos, rótulos, certificações e indicadores surgirão, pois o ambiente e o momento são claramente favoráveis a eles. Temos muitos outros pontos a demandarem melhorias, tais como eficiência energética, fechamento de circuitos, reciclagem de resíduos, minimização de geração de poluentes, etc., etc. Selos voluntários e certificações de terceira parte são fortes motores para impulsionar o processo de sustentabilidade e de motivação interna e externa nas empresas. Da mesma forma o é a determinação de nossos líderes empresariais em manter vivo e ativo esse processo de busca de sustentabilidade.

Falando em deteminação, gostaria de dividir com vocês meu entusiasmo por ter estado participando como representante da ABTCP – Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel, da mesma forma que o amigo Afonso Moura, nesse processo de desenvolvimento da rotulagem ambiental de papéis no Brasil, junto aos amigos Antônio José Juliani (com sua fundamental liderança nesse processo tão bem gerenciado através da Secretaria de Comércio Exterior do MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e Guy Ladvocat (ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas). Isso tudo dentro de um projeto de rotulagem ambiental que a UNEP – United Nations Environment Programme criou para incentivar a rotulagem ambiental em países em desenvolvimento. Foram alguns anos de rotas difíceis de serem percorridas, mas que resultaram no sucesso do recente lançamento do selo ambiental brasileiro para papéis de impressão (usos gráficos e cópias), no processo de compras verdes do governo brasileiro e na conquista do selo verde europeu por empresa brasileira de papel. Além disso, tivemos amplo envolvimento e participação no projeto da empresa International Paper do Brasil, que desde o início enxergou como poucos a oportunidade da conquista pioneira do importante rótulo ambiental europeu para os produtos papeleiros brasileiros que exporta para aquela região.

Todo o material técnico que foi elaborado nesse período está disponibilizado abaixo como referências de literatura, para que os novos entrantes no processo de rotulagem ambiental possam ter seu caminho abreviado e assim terem maiores facilidades de acesso aos rótulos brasileiro e/ou europeu.

Antes de colocar meu ponto final nessas poucas reflexões, gostaria de reforçar o conceito de que o processo de sustentabilidade não termina nunca. Podemos estar momentaneamente em boas e adequadas condições de sustentabilidade, mas “não seremos sustentáveis” por muito tempo se essa busca for interrompida. Essa talvez seja a grande virtude desse processo vivo e permanente - sua demanda pela melhoria contínua em busca de um futuro melhor para todos no planeta. Lembremos ainda que o amanhã é sempre o futuro e o ontem, o passado. E ainda, que o hoje é exatamente o momento presente, quando devemos fazer o que precisa ser feito para não nos arrependermos amanhã.

Referências de literatura e sugestões de leitura sobre o tema rotulagem ambiental para o setor de celulose e papel brasileiro

Rotulagem Ambiental - Projeto SECEX/União Européia/PNUMA. MDIC/SECEX – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Acesso em 29.06.2011:
http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=2512&refr=2514

Palestras sobre Rotulagem Ambiental / Speeches about Eco-Labelling. C. Foelkel; A.J. Juliani; G. Ladvocat; A. Moura. Website Grau Celsius. Acesso em 29.06.2011:
http://www.celso-foelkel.com.br/artigos_palestras3.html (Realizado em 2010)

I Oficina Regional de Rotulagem Ambiental para Países da América do Sul / Mercosul. MDIC/SECEX – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Rio de Janeiro. Acesso em 29.06.2011:
http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=2759&refr=2512 (Realizado em 2010)
http://www.abntonline.com.br/rotulo/Principal.aspx?MateriaId=90&E=1(Realizado em 2010)

Curso de Capacitação em Rotulagem Ambiental. MDIC/SECEX – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Brasília. Acesso em 29.06.2011:
http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php
?area=5&menu=2515&refr=2512 (Realizado em 2010)
http://www.abntonline.com.br/rotulo/Principal.aspx?MateriaId=89&E=1 (Realizado em 2010)

Workshop Internacional sobre Rotulagem Ambiental. MDIC/SECEX – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Acesso em 29.06.2011:
http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=2514 (Realizado em 2009)

Rótulo Verde Colibri da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Acesso em 29.06.2011:
http://www.abntonline.com.br/rotulo/ (Website sobre qualidade ambiental da ABNT)
http://www.abntonline.com.br/rotulo/Criterios.aspx (Documentos de critérios em elaboração)
http://www.abntonline.com.br/Rotulo/Dados/Images/
file/Flux%20ciclo%20de%20vida.pdf (Considerações sobre o "pensamento sobre o ciclo de vida - life cycle thinking")
http://www.abntonline.com.br/rotulo/EccoInfo.aspx (Os sete pecados da rotulagem ambiental – “greenwashing”)
http://www.abntonline.com.br/Rotulo/Dados/Images/file/PE%20151%
20R%C3%B3tulo%20Ecol%C3%B3gico%20para%20papel%20de%
20c%C3%B3pia%20e%20para%20usos%20gr%C3%A1ficos.pdf (Rótulo ecológico da ABNT para papel de cópias e para papel de usos gráficos)

Eco-labelling printing & writing paper in Brazil. UNEP Eco-labelling project partners. Acesso em 29.06.2011:
http://www.estis.net/sites/eco-label/default.asp?site=
eco-label&page_id=11EBFD61-6D1A-40A5-8A6B-309092CB0564 (Módulos de treinamento - palestras e material didático)
http://www.estis.net/includes/file.asp?site=eco-label&file=
DFE79655-726F-41A1-A58B-82C3C7113FEC (Folheto do projeto)
http://www.estis.net/sites/eco-label/default.asp?site=eco-
label&page_id=58D91894-26A5-4EEE-8B76-814CB647BDE2 (Palestras do workshop de junho de 2008 realizado em São Paulo)

UNEP - United Nations Environment Programme. Eco-labelling. Acesso em 29.06.2011:
http://www.unep.fr/scp/ecolabelling/
http://ecolabelling.unep.fr/ (Projeto “ Enabling Developing Countries to Seize Ecolabelling Opportunities”)
http://ecolabelling.unep.fr/default.asp?site=eco-label&page_
id=84DC91C9-E91F-4F5F-BA0E-26323026CB61 (Projeto “ Enabling Developing Countries to Seize Eco-labelling Opportunities”)
http://ecolabelling.unep.fr/sites/eco-label/default.asp?site=
eco-label&page_id=83CF26A5-928F-4F9B-AC89-BFA73986F2FA (Biblioteca do projeto com inúmeros documentos sobre rotulagem ambiental)

European Eco-label. Selo Verde "Flor" da Comunidade Européia. Acesso em 29.06.2011:
http://ec.europa.eu/environment/ecolabel/index_en.htm (Website sobre o selo verde europeu - "Flower" ou "Flor")
http://ec.europa.eu/environment/ecolabel/ecolabelled_products/
categories/copying_paper_en.htm (Sobre a rotulagem de papéis gráficos e para cópias)
http://ec.europa.eu/environment/ecolabel/ecolabelled_products/
categories/pdf/copying_paper/usermanual.pdf (Manual do usuário para obtenção do selo verde para papéis gráficos e cópias. Versão 2011)
http://ec.europa.eu/environment/ecolabel/ecolabelled_products/
categories/tissue_paper_en.htm (Sobre a rotulagem de papéis "tissue")
http://ec.europa.eu/environment/ecolabel/ecolabelled_products/
categories/pdf/tissue/tissue_um_2001.pdf (Manual do usuário para obtenção do selo verde para papel "tissue" – Versão 2011)

Loja Verde do Eco-label Europeu. (Website global). Acesso em 29.06.2011:
http://ec.europa.eu/ecat (Catálogo de produtos rotulados)

Fórum Internacional de Cooperação Brasil-União Européia para Superação de Barreiras Técnicas. Projeto de Apoio à Inserção Internacional de Pequenas e Médias Empresas Brasileiras – PAIIPME. Acesso em 29.06.2011:
http://www.paiipme.com.br/forum/Apresentacoes.php (Apresentações do evento realizado em 2010)
http://www.paiipme.com.br/forum/apresentacoes/AntonioJuliani.pdf (Apresentação Antonio Juliani)
http://www.paiipme.com.br/forum/apresentacoes/CarlosAmorim.pdf (Apresentação Carlos Santos Amorim Júnior)
http://www.paiipme.com.br/forum/apresentacoes/CelsoFoelkel.pdf (Apresentação Celso Foelkel)
http://www.paiipme.com.br/forum/apresentacoes/RodrigoDavoli.pdf (Apresentação Rodrigo Davoli)

Mitos sobre sustentabilidade nas empresas. Portal HSM. Acesso em 29.06.2011:
http://www.hsm.com.br/editorias/sustentabilidade/mitos-sobre-sustentabilidade-nas-empresas

Brasileiro não acredita em ações de sustentabilidade. Painel Florestal. Acesso em 29.06.2011:
http://www.painelflorestal.com.br/noticias/sustentabilidade/
11934/brasileiro-nao-acredita-em-acoes-de-sustentabilidade

Sustainability and environmental issues in the kraft pulp industry. C. Foelkel. V ICEP – International Colloquium on Eucalyptus Pulp. Apresentação em PowerPoint: 52 slides. (2011)
http://www.celso-foelkel.com.br/artigos/Palestras/Sustainability
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Ten ways to green your paper. P. Riebel. Pulp & Paper International (Janeiro): 31-33. (2011)
http://www.ppimagazine.com/ppiissue/201101?pg=33&pm=2&fs=1#pg33
http://www.ppimagazine.com/ppiissue/201101?pg=33&pm=2&fs=1#pg35
http://www.blogdopapeleiro.com.br/?page_id=127 (Também disponibilizado no Blog do Papeleiro)

O processo de certificação do papel tissue, com base nas normas brasileiras. A.C. Barros. I Simpósio Latino Americano de Papel Tissue. ABTCP – Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel. Apresentação em PowerPoint: 25 slides. (2010)
http://www.abtcp.org.br/arquivos/File/ABTCP%202010/Simposio/
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Brasil. Oportunidades para a rotulagem ambiental. Setor de celulose e papel. C. Foelkel. Website Grau Celsius. Apresentação em PowerPoint: 48 slides. (2010)
http://www.celso-foelkel.com.br/artigos/Palestras/RotulagemAmbiental/
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http://www.abntonline.com.br/Rotulo/Dados/Images/file/
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Market information and eco-labelling roadmap package. Printing and writing papers from Brazil. D. Scheer; D. Speda. 54 pp. (2009)
http://fr1.estis.net/includes/file.asp?site=eco-label&file
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Projeto de cooperação SECEX/UE/PNUMA-ECOLABEL. A. Juliani. II Simpósio sobre Qualificação e Certificação em TI. Apresentação em PowerPoint: 11 slides. (2009)
http://www.redetsqc.org.br/upload/home/II_SIM_TSQC
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Eco-labels. Challenges and opportunities. D. Scheer. Workshop Eco-labelling. UNEP/MDIC. São Paulo. Apresentação em PowerPoint: 16 slides. (2008)
http://fr1.estis.net/includes/file.asp?site=eco-label&file=
138404AE-E2F1-4010-9E83-FDA8BB879A30

Os eucaliptos e os selos verdes. C. Foelkel. Eucalyptus Newsletter nº 13. (2008)
http://www.eucalyptus.com.br/newspt_jan08.html#quatorze (em Português)
http://www.eucalyptus.com.br/newseng_jan08.html#quatorze (em Inglês)

Brasil - Sustentabilidade na rede de valor do eucalipto. Floresta plantada a papel. C. Foelkel. Workshop Ecolabelling. UNEP/MDIC. São Paulo. Apresentação em PowerPoint: 59 slides. (2008)
http://www.celso-foelkel.com.br/artigos/Palestras/
Sustentabilidade%20SECEX_UNEP%202008.pdf

Brazil and eco-labelling: a new opportunity to the pulp and paper industry. C. Foelkel. Workshop UNEP/INWENT. Bonn/Alemanha. Apresentação em PowerPoint: 42 slides. (2007)
http://www.celso-foelkel.com.br/artigos/Palestras/InWEnt2007Final.pdf

Fonte: Eucalyptus Newsletter

Autor: www.celso-foelkel.com.br