O Brasil pode se orgulhar de ter o setor florestal de maior vantagem competitiva. Exemplo disso é a indústria de celulose, isoladamente a mais competitiva do mundo e que utiliza toda sua matéria-prima oriunda de plantações florestais.
Ao contrário do que acontece nos países, até então, players neste mercado, para produzir uma tonelada de celulose no Brasil não há necessidade de desmatamento, pelo contrário, há a recuperação da floresta nativa, sobretudo a de Mata Atlântica recuperado.
Considerando os empregos gerados, nas indústrias de celulose, papel e gráfica, são milhões de pessoas trabalhando, direta e indiretamente, neste ramo, com salários superiores aos das similares agroindústrias.
Haja vista a necessidade de escala de produção, que requer grandes áreas de baixo preço das terras para reflorestamento, as indústrias de celulose são sempre instaladas em regiões onde a agricultura é praticamente decadente. Até porque, é sobrepujante.
Desta forma, nestas regiões decadentes, a instalação de uma indústria florestal desencadeia o desenvolvimento social, econômico e ambiental. Vide os progressos que aconteceram no norte do ES, no sul da Bahia, no vale do rio Doce em MG, o que vem acontecendo no Mato Grosso do Sul e o que acontecerá no Maranhão, no Piauí e em todos os lugares que forem contemplados com indústrias florestais.
Apesar de todos estes indiscutíveis benefícios sociais, econômicos e ambientais, as indústrias brasileiras da cadeia do papel têm sofrido uma perseguição atroz resultante de mitos e dogmas criados, ou por interesses internacionais em prejudicar o avanço da conquista brasileira no mercado, ou pela ingênua boa intenção na defesa do meio ambiente que algumas ONGs e pessoas, aliciadas pelo discurso fácil e apocalíptico ambiental e pelo obscurantismo nesta área, associam o consumo de papel com desmatamento.
Por isso que, infelizmente, as indústrias florestais não fazem mais pelo meio ambiente e para a sociedade brasileira. Além disso, ainda tem o poder público e determinadas ONGs, principalmente as transnacionais, que dificultam a geração dos benefícios das indústrias florestais, quer seja pelas paranóias burocráticas das primeiras, quer pela eco-ditadura das segundas.
Lamentavelmente, a todo momento uma área de plantação florestal é invadida, incendiada ou subtraída aos olhos dói Poder Público que se omitida sua responsabilidade em prover as garantias constitucionais do Direito de propriedade, da Livre Iniciativa e da Dignidade Humana. Triste é saber que esta que esta omissão vem da temeridade às ONGs, tendo com subterfúgio o Princípio da Precaução.
Criaram-se uma parafernália ambiental na área florestal totalmente desprezível, como é a exigência de licenciamento ambiental. Ora, se uma região decadente do ponto de vista social, econômico e ambiental, passa a ser contemplada com projetos florestais que recuperará o ambiente, gerará empregos e rendas e desencadeará a economia, não há porque tanta burocracia da parte do licenciamento.
É preciso esclarecer a sociedade que ao contrário do que se divulgam, as indústrias de celulose e papel é o que tem de mais sustentável do mundo. Para isso, precisa-se conta com o apoio da mídia impressa e televisiva, dos centros de pesquisas, do Poder Público e das entidades de classes representantes do setor florestal. Porque, mais que dar vida, imprimir é garantir a prosperidade e a sustentabilidade desta e das futuras gerações.
Desta forma, campanhas caluniosas e estereotipadas como as que associam o consumo de papel com o desmatamento têm que ser combatida. Sempre que preciso, imprima sem desperdício.
A melhor impressão não é a que fica, mas sim, a do papel brasileiro. Pode confiar.